Wednesday, 28 September 2016

O Lítio das folhas de Coca previne enfermidades mentais

Informações do livro Coca: factor antiobesidad. SEKI, Kunihiro; NISHI, Yoshito. O Dr. Kunihiro Seki, depois de ser diagnosticado com uma porção de enfermidades por hábitos de vida (incluindo diabetes, pressão alta, câncer) decide realizar uma terapia e se mudar para La Paz (4000 metros sobre o nível do mar) para testar sua teoria de que em um ambiente de hipoxia crônica, com ingestão de alimentos provenientes das alturas andinas o corpo se regeneraria. Lá conheceu a folha de Coca e seu uso tradicional. Começou a utilizá-la como parte de seu tratamento e após diversas investigações científicas, chegou a conclusão de que não só se regeneram as células do cérebro, prevenindo doenças da idade, como também a flora intestinal se recompõe e aumenta, o vigor sexual é retomado e  as enfermidades são revertidas.
Junto com seu grupo de pesquisadores, já lançaram quatro livros sobre os benefícios da Coca (Coca: um biobanco; Coca: fator antiobesidad; Coca: sexualidad y longevidad; y Coca: dieta cetogênica) e um sobre a cura espontânea que ocorre ao estar acima de 3800 m.s.n.m. (3.812msnm)

A folha de Coca, cultivada na região dos Yungas da Bolívia contém 7.2ppm de Lítio (quantificado pela primeira vez no mundo por Kunihiro Seki em 19 de novembro de 2012 com a empresa SGS). Isto significa que, em 100g de folhas de Coca se encontram 0.72mg de Lítio.
Com o conhecimento de que na América do Sul (a exceção do Brasil) uma grande porcentagem das pessoas longevas de mais de 90 anos mastiga folhas de coca diariamente, o Dr. Kunihiro Seki também decidiu mastiga-la. Os efeitos que experimentou com esse ato o surpreenderam:
1. Redução da quantidade de ingestão de alimentos;
2. Sono profundo todas as noites;
3. Obtenção de abundante quantidade de oligonutrientes como vitaminas e minerais;
4. Reparação da membrana celular no organismo, através dos alcaloides que se encontram na folha de coca;
5. Efeito bactericida e prevenção de enfermidades periodontais pela clorofila da folha de coca;
6. Aumento da histamina intracerebral que origina sensação de saciedade, evitando a sobrealimentação;
7. Ausência de síndrome de abstinência ainda que o consumo seja interrompido por vários dias;
8. Aumento do metabolismo corporal;
9. Estimulação da função de transpiração ao utilizar a folha de coca como azeite para banhos;
10. Prevenção da demência senil, Alzheimer e manutenção da capacidade de concentração, com o aumento da histamina intracerebral pelos alcaloides da folha de coca;
11. Prevenção do mal de altura;
12. Redução do estresse, através dos alcaloides e do lítio presentes na folha de Coca;
13. Prevenção do câncer, pela clorofila que contém a folha de Coca;
14. Proteção contra as enfermidades mentais pelo efeito do lítio presente na folha de coca;
15. Diminuição da fadiga, devido ao fato que a mastigação da folha de Coca aumenta a histamina intracerebral.

Dos numerosos alimentos que a humanidade casualmente descobriu até o momento, a folha de Coca demonstrou ser segura para o consumo através dos milhares de ano de seu uso sem aparição de efeitos colaterais, o que a coloca no topo dos alimentos. Ainda assim, este alimento tão benéfico para a humanidade não pode ser cultivado nos países desenvolvidos e apesar de que se podem obter efeitos benéficos múltiplos pela mastigação das folhas de coca – devido ao fato de que a ONU a catalogou como droga narcótica em 1961 -, se está gerando uma perda econômica que afeta diariamente a toda a humanidade e se está desperdiçando uma oportunidade de solução para os crescentes problemas nutricionais do planeta.
Não existe nenhum artigo que demonstre cientificamente que a mastigação das folhas de coca provoque dependência física ou síndrome de abstinência.  Não existe nenhum artigo que tenha investigado sobre danos produzidos por dependência mental ao mastigar folhas de coca. Não existe nenhum reporte científico sobre efeitos teratogênicos nem que se tenha induzido ao consumo de cocaína seguindo a teoria da escada.

Referências
SEKI, Kunihiro; NISHI, Yoshito. Coca: fator antiobesidad. La paz: Tika & Teko, 2013. p.149-150.

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